Bones
Bones, em português: ossos.
Ossos, frango, cachorro, raio-x, esqueleto, cemitério, Tim Burton. Parece uma associação meio óbvia essa última, não? A construção da imagem do excêntrico e esplendoroso Tim Burton se dá aos poucos, com alguns filmes, curtas e livros. Mas não deixa de ser incrível como ela acontece. Pense em sua figura por um momento e sua estética singular virá em sua mente como um Tsunami: personagens esqueléticos, melancolia, certa ingenuidade infantil, clima dark e ossos. Só ele consegue misturar a angústia e a solidão de um cemitério, com a ingenuidade e o olhar infantil de seus personagens, conseguindo uma atmosfera que ao mesmo tempo em que é pesada, é leve. Parece loucura, é loucura… na dose certa. É a melhor amostra da transição infantil-adulto. Está entre os dois e nada tem de adolescente. As obras de Burton revelam uma mesma personalidade que, ao contrário que muitos pensam, é estável e amadurecida. Ele sabe muito bem o que está fazendo, o que espera e qual será o resultado final. Sua marca se afirma mais forte a cada trabalho. Mais forte e intrigante.

Onde tudo começou…
Meu primeiro post para valer nesse blog. Mais um blog? Mais um. Mas esse é diferente. Começa que não tenho o menor compromisso em escrever aqui. Posso escrever três vezes no mesmo dia e ficar um ou dois meses parada. É mais um diário-não-diário que um blog. Um local para colocar pensamentos, depressões, opiniões ou mesmo escrever não importa onde quero, ou vou, chegar.
Esse é o primeiro post do blog e o primeiro post do meu MacBook novo. Como me sinto livre deitada na cama escrevendo um post. Se esse fosse meu emprego, seria o melhor de todos. (Modo Preguiça e Sono #On).
Se alguém reparar (aliás, se alguém ler esse post) devem ser quase 4 da manhã do Natal de 2007. Ouvindo Art Brut, contente com meu laptop, descobrindo o belo mundo Apple e escrevendo esse post. Só não queria perder o time’, achei que tinha algo a ver eu postar agora… Seilá, na hora pareceu uma boa idéia, acho que me enganei.. Ou não sei, deve ser só uma desculpa para não dormir ainda. Assim posso evitar pensamentos e o medo de dormir e acordar amanhã percebendo que mais um ano está para acabar.
Tenho que começar a pensar nas minhas resoluções de Ano Novo, depois faço um post com elas para daqui um ano olhar e perceber que não consegui cumprir nem metade delas (ô pessimismo..). E para variar, uma resolução presente todo ano “parar de fumar”. Se bem que esse ano comecei mais cedo e já estou no meu 3. dia sem cigarro. Para quem não fuma não é nada. Mas, vou dizer que é bem complicado.
Vou deixar meu mac um pouco mais sozinho agora (só por algumas horinhas), deitar de lado virada na página 335 do Harry 6. And I’m Bruna Calheiros, stay cool San Diego.
Teste, teste, teste
Som, som…
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