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Imaginative as children

Campanha fofíssima do canal infantil Tiji (já falei dele Aqui! no Smelly Cat). Tem outras peças Aqui!.

#GP08 - Conversações | Fred Gelli

Fred Gelli, sócio Tátil Design

Bloco de notas:

- Designing Naturally - futuro do design
- olhar para a natureza e buscar princípios de projeto nas coisas perfeitas da natureza
- embalagens: explorações em cima dos materiais, montagens - o que posso fazer com esse material a fim de utilizá-lo da melhor e mais prática maneira possível
- tátil é uma agência que usa comunicação e branding baseados no design e design de idéias (idéias sob a ótica do design)
- ecoinovação - centro de inteligência que olha, estuda e se inspira em soluções naturais, pesquisa de materiais de baixo impacto
- por que mais objetos? - as pessoas já tem muitos objetos, porque nós produzimos ainda mais?
- habitante de Butão: 80 itens, Americanos: 8.000 itens
- “nossa economia, por ser altamente produtiva, exige que tornemos do consumo uma forma de vida”
- acabamos não pensando em reutilizá-los, apenas em comprarmos mais e mais
- “99% do que plantamos, extraímos, processamos e teletransportamos é jogado fora nos próximos 6 meses” Leonard, 2005
- I sell garbage: empresa que vende lixos de NY - crítica ao consumismos desenfreado
- no futuro: temos que consumir em ciclos!
- um computador de 1,5kg gera cerca de 4.000 vezes o peso dele de lixo em sua fabricação
- comparação da natureza com o marketing: primeiro as flores eram planas (para todos os clientes), depois se tornaram cônicas, com aromas diferentes, atraindo “públicos” diferentes

#GP08 - Conversações | Eduardo Lorenzi

Eduardo Lorenzi, head de planejamento da neogama/BBH

Sua marca está jogando conversa fora com o consumidor?
Ao contrário do que dizem os psicólogos, educadores e conselheiros matrimoniais, nem tudo se resolve só com conversa.

Bloco de notas:

- tecnologia e internet permite conversações - para a marca: podem às vezes ser algo muito bom ou mesmo explodir uma marca
- marcas precisam aprender a utilizar essas conversações, mesmas que se forem negativas, aproveitar essa oportunidade a favor da marca, responder e dialogar com o consumidor
- como reagiram à críticas na web: Back neck shoulders (J&J) vs. Tiger Woods (EA Games)
- tecnologia de sobre, idéias de menos:
- spray and pray: aproveitam a tecnologia, jogam para o mundo (massa) e esperam dar resultado - ERRADO - relevância ao público e divulgação segmentada
- “A regra 3/97″: apenas 3% das ações de internet viram grandes cases
- lembrar que a maioria dos consumidores tem PREGUIÇA, o chamado “des-engagment”. Nem sempre querem interagir com toda a campanha, apenas comprar um produto.
- planejadores acabam pensando antes na ferramenta/mídia/meio e depois na idéia. A tecnologia é bacana, mas tem que ser usada para algum fim e não o contrário.
- Primeiro, idéias e estratégia e depois, tecnologia.
- Focar em um objeto social - as pessoas irão conversar em qlq lugar sobre assuntos de seu interesse. Não adianta querer evitar isso e sim, trazer para junto da marca.
- Liderar as conversas que os consumidores já realizam e não impor conversas de marca que não interessam para ninguém.
- respeitar o tempo e esforço das pessoas: diálogos entre marcas e pessoas têm que ter algum tipo de vantagem p/ vc e p/ o consumidor - prêmios, exposição, coisas que interessam ao público
- articular cada iniciativa pelo objetivo estratégico - objetivo intermediários + finais = também na internet, algumas vezes eles são esquecidos!
- Campanha mobile do lynxeffect.com

- Campanha Showig.com.br - IG produzia com Fernando Meirelles as idéias dos estudantes

#GP08 - Conversações | Ulisses Zamboni

Ulisses Zamboni, Sócio-Diretor de Planejamento da SantaClaraNitro

Que diálogo, que nada! A armadilha do conceito “Brand Dialodue”
Muitos dos conceitos de branding vem de metáforas que nem sempre se aplicam às marcas. Nesse caso, o conceito do diálogo talvez não se aplique completamente. Será que as marcas dialogam, no estrito senso da palavra?

Bloco de notas:

- 360 gerou uma obrigação das marcas estarem em todos os lugares, o que não é verdade. O que é necessário é que os mesmos insights e conceitos estejam nas mídias relevantes à marca.
- Olgivy não falou q a marca tem q estar em todos os lugares, e sim sempre seguir o mesmo insight central. Coerência é diferente de exposição ou super-exposição.
- diálogo é uma via de duas mãos e a conversa que a marca tem com o consumidor não pode ser chamada de diálogo, pois não é uma conversa instantânea.
- marcas falam bem, mas possuem dificuldade em responder e reagir. Poucas marcas conseguem responder ao consumidor.
- manyeyes.com - site onde se pode colocar qualquer texto e ele constrói uma tag cloud
- verbal: conceito, textos e raciocínio da marca
- não-verbal: relacionamentos, emoções, comportamentos da sociedade/consumidor
- verbal e Não verbal: textura e diálogos efetivos
- marcas tem linguagens verbais, mas tentam criar linguagens “não-verbais” ou mesmo, sobrepõem o não-verbal sobre o verbal - pegam um acontecimento do seu público/sociedade e transpõem de qualquer maneira sobre sua marca. Ou seja, o que era para ser uma expressão genuína acaba se tornando uma transposição racional.
- marcas necessitam separar o verbal do não-verbal e fazer os dois.

Acompanhe o livestream no Blogblogs Aqui! e mais infos Aqui!.

Casa no Caboré

Mais um ano se passou, mais um Caboré chegando. E esse ano o Casa está concorrendo a profissional de criação. Clique Aqui! e conheça os trabalhos de um dos moços por trás do time de criação da Fischer. Quem for assinante do Meio&Mensagem, corra até o site do Caboré para votar no Casa.

Fat5

Fabio Fernandes vs. Nizan | MaxiMidia

NBC08 | Russel Davies

Ser interessante - Russel Davies

Bloco de notas:

- ninguém lê anuncios, pessoas leem oq interessa a elas e as vezes isso é um anúncio.
- a quantidade de marcas querendo interagir, criar relação é enorme. e nós não vamos querer fazer isso com todas as marcas.
- o tempo todos nós nos inspiramos pra que a mensagem seja clara, se não as pessoas não vão entender.
- “qualquer marca com um pouquinho de imaginação e criatividade deve reduzir seu gasto com mídia. q até mesmo zere.”
- “agências cutucam o consumidor até irritá-lo”
- “as pessoas gostam do que é legal, às vezes até um anúncio”. - pessoas não assistem propagandas ou lêem anúncios, assistem e lêem coisas que acham interessantes
- produtos estão parecidos, com poucos diferenciais e as propagandas também estão parecidas, mostrando apenas o produto e não funcionam, as propagandas precisam diferenciar o produto, ser interessante e entreter
- campanhas boas são interessantes e não precisam ser marteladas na cabeça do consumidor
- propagandas de carros eram tão iguais até:

- exercícios repetitivos fazem trabalhar melhor. nem sempre pesquisar, planejar, pensar, pensar e criar sairá um bom trabalho. quanto mais desenvolve e repete, mais criativo fica, pois pensa de diversas maneiras diferentes. (Ze Frank)
- se vc pensa, pensa, pensa e erra, não dá certo, não tem como voltar atrás.
- quando as pessoas pensam e executam, repetem, repetem, vc aprende e vê o que deu certo, o que deu errado, e melhora.
- melhor executar 3 idéias ruins do que nunca uma genial
- as idéias são fáceis, o difícil é executá-las. mas a internet facilita a execução
- Flickr: servidores fora do ar, colocaram duas bolinhas brancas e pediram para as pessoas imprimirem, customizar e enviar. ao invés de ficar com raiva que estava fora do ar, vc contribui e poderia ganhar uma conta Flickr Pro
- Fiskars, Fiskateers - ampliaram a voz do que as pessoas fazem e acham criando uma comunidade para deixar os consumidores interagirem entre si - suporte da comunidade e enviam produtos novos aos membros
- há milhares de pessoas aí que são mais engraçadas q vc. - a tarefa não é realizar um bom conteúdo para a marca, fazer o melhor anúncio, mas criar interações relevantes (seja aproximando os consumidores ou passando conteúdo interessante a ele)
- vc aprende coisas fazendo e não olhando
- internet é uma máquia de fazer e não de ler, diferente da televisão onde você é espectador
- pense rápido, pequeno e real - pequenas idéias convenientes ao consumidor
- marcas boas não tem “grandes” idéias (essas são assustadoras), marcas precisam de boas idéias pequenas e que estão sempre presentes, com pequenas ações diferentes e interessantes, convenientes
- pequenas idéias que proporcionem uma conversa constante com o consumidor
- vc não tem como controlar a conversa sobre sua marca, mas tem como conduzi-la e fazer com que ela aconteça - o interesse sobre suas ações qualificará as conversações
- não se trata de máquinas mais poderosas, mas de pessoas mais poderosas
- não existe nenhum negócio no mundo que pode concorrer com as pessoas fazendo as coisas gratuitamente na internet (chipmonk), temos que entender o ambiente e usá-lo ao fazer
- temos que colocar a mão na massa

NBC08 | Ambiente, Tendências e Varejo

Ambiente, Tendências e Varejo

Lucy Johnston - Diretora Editorial. GDR Creative
Intelligence. (Londres)

Bloco de Notas:

Live Conectios - pontos únicos de contato que o consumidor tem com a marca, precisamos aproveitar esses pontos de contato para engajar e conversar com o consumidor, criar experiências marcantes
- MAC Pro - loja de cosméticos - loja conceitual (existe apenas uma por enquanto) funciona como um teatro, com consultoria profissional com maquiadores profissionais e artistas - intensificam o serviço, agregando valor
- Ted Baker & Friends - padaria de alto padrão - fornece serviços únicos, como barbeiro
Bacardi & 55DSL
- lojas pop-up (chegam a um local,  ficam por um período curto e determinado)
- Bacardi criou uma loja que ficava por pouco tempo e ajudava o consumidor a virar um hostess de uma festa perfeita - preparavam com instrumentos para uma boa festa, drinks, receitas, lista de músicas, etc (o que vc precisa ter para fazer sua festa)
- cada kit desse vinha em uma caixa, cada pessoa que comprava um levava uma caixa, as caixas ficavam expostas na loja e conforme foram acabando atraiam cada vez mais pessoas pois elas sabiam que assim que acabasse a loja iria embora

Mini Rooftop
- “use seu espaço de uma forma criativa” - telhado de um prédio reformado onde criaram diversos eventos diferentes, como performances de arte e música, desfiles
- não falam diretamente sobre seu produto, mas sobre a essencia do produto ligando-o a outros ambientes e objetos e criando um estilo

Boosted - empresa de telecom
- criaram uma galeria virtual com arte e estilo, aproximando a marca de elementos com estilo
- criaram uma loja pop-up real que não vendia produtos ligados a telecom, e sim, ligados a arte. acessórios estilosos que você usaria com seu celular

Threadless - camisetas colaborativas
- iniciou no on-line e hoje existe a loja no mundo real
- existe computadores e um ambiente onde os consumidores podem criar suas camisetas na loja
- inverteu-se o papel = na sexta-feira começa a venda de camisetas na loja e na segunda-feira na web

NBC08 | O Valor e a Importância do Design na Comunicação

O Valor e a Importância do Design na Comunicação

Eduardo Braniff – Diretor de Estratégia Global, Imagination. (Los Angeles)

- brand experience - envolver todos os sentidos do ser humano e criar algo que se torne memorável na mente do consumidor
- produtos possuem poucos diferenciais - marcas que criam o diferencial
- experiências não apenas reais, mas também digitais
- alcançar público cool - Scion - arena virtual, ações culturais com DJs - diversas ações diferentes para aproximar a marca do público em diferentes pontos de contato
- unir o mundo físico com o real por meio de experiências em ambos ambientes
- não adianta usar ferramentas tecnológicas porque estão na moda, se seu público não vê valor nisso, será um fracasso
- Jet Blue - criaram 5 valores principais que orientam todas as ações da empresa - os funcionários, marca, ações, tudo precisa estar alinhado e corresponder esses valores
- experiência de marca é criar experiências com os funcionários também, toda a empresa tem que atender as expectativas
- London Underground - cartas de baralho para os funcionários - além de ser um divertimento (usavam nas horas de lazer), trazia mensagens sobre o trabalho e o metrô
- responder a pergunta: pq vc está fazendo isso e pq seu consumidor vai ligar?
- uma marca é como uma pessoa que você conhece e cada ação/campanha/conato com o consumidor cria um relacionamento e uma reputação - quanto mais coisas interessantes e relevantes que tiverem para contar e entreter seu consumidor, mais próximo ele estará da marca
- a construção da reputação e os valores é o design da marca
- Good design is about people

New Brand Communication

Hoje, amanhã e depois rola o NBC (New Brand Communication) aqui em São Paulo com 15 profissionais de diferentes agências do mundo que fazem parte do The Future Department.

Fui convidada pela Bia Granja da Pix para conferir o que está rolando e vou publicando bloquinhos de anotações com o que estão falando aqui, combinado?

Festa infantil

Lembram da hora do bexigão de bala? A hora mais mais legal da festa? Quando todas as crianças - você inclusive - corriam alucinadas para debaixo de um balão e ficavam se empurrando esperando centenas de balinhas vagabundas cairem dos céus? Entoces… essa ação brica com isso.

A diferença é que o bexigão fica preso em um outdoor e talvez tenha um ou dois mendigos dormindo embaixo, aguardando o tal dia em que ele irá estourar.

Mesmo assim é divertida, clique na imagem.

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