Linha do tempo dos virais da internet. Clique na imagem.
O SayTweet publica as atualizações do seu Twitter em uma foto sua. Aí parece que você tá falando. Uma adaptação 2.0 aos nostálgicos adesivos que vinham para colar nas fotos quando mandávamos revelar.
Nossa… faz mais de anos que não visito uma dessas…

Digital Frontier Blogs: O quinto poder
O consumidor está no controle e uma reputação ou marca pode ser comprometida com apenas um clique. Mais de 10 milhões de brasileiros lêem blogs, mas será que eles estão interessados no que sua empresa tem a dizer? A verdade é que se você quer dizer algo, use a mídia tradicional, mas se sua empresa quer iniciar uma conversa, chegou a hora de pensar em um blog. Mas será que isso não é apenas um modismo? Quais os riscos de ter uma conversa franca com seu consumidor? Como deve fazer isso de forma que o diálogo seja produtivo?
Moderador:
Manoel Fernandes, publisher da revista Bites e diretor da W3 Editora
Debatedores:
Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa
Manoel Lemos, fundador da WebCo S.A e do BlogBlogs
Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.life
Mário soma, diretor-executivo da Pólvora! Comunicação
Bloco de Notas:
- mais de 10 milhões de brasileiros lêem Blogs
- Nós vivemos um Big-Bang na Era Digital; as pessoas contam suas vidas por meio de multiplataformas 2.0 (blogs, Orkut, Flickr, etc)
- as empresas precisam atingir as pessoas por meio das diversas plataformas e não mais sobre apenas um ponto de contato
- blog traz uma nova dinâmica ao capitalismo
- século passado: capital, mão de obra, produção
- hoje: capital, trabalho, idéias e conexões
- Romeu da Tecnisa: “Não recomendo uma empresa que não esteja preparada internamente a ter blogs, blogs não são modinha, são canais de conversação da marca. Precisa de equipe e preparação, pois quando der problema é o local onde o cliente irá reclamar; você terá que responder e rápido”
- 60% dos problemas diários na Internet são inéditos
- não dá para ignorar as reclamações e problemas que os consumidores online trazem, é necessário haver uma estratégia de presença online para monitorar e responder às crises
- O maior custo de um blog não é financeiro, sim intelectual
- falta humildade das empresas em reconhecer os erros, coisa essencial no contato sincero com o consumidor
- web permite um grande poder de mobilização das pessoas - se você não estiver lá, ou você não existe ou alguém não vai falar por você
- o que se ganha em fazer social media: visibilidade, construção de marca, contato direto com prospects, relacionamento com “advogados” da marca
- “Quando eu penso que tenho respostas para a maioria das coisas, vem o mercado e muda a pergunta” - Romeo, Tecnisa
- de todos os milhões de blogs do Technorati, 82% falam (ou falaram) de marcas ou produtos
- Se a empresa não criar canais em mídias sociais para receber feedbacks a comunidade cria por si só.
- empresas devem utilizar as mídias sociais para estabelecer diálogo com o mercado
- Lemos cita o livestreaming como forma de tentar entender dinâmica e mapear avalanche de referências sobre o evento

O desafio da mudança: conteúdo anywhere, anytime
Conheça detalhes da pesquisa Accenture Global Content 2008, que analisa as perspectivas do futuro dos provedores de conteúdo.
Palestrante:
Mario Faria, diretor da Accenture
Bloco de Notas:
- série Fringe - modelo novo de anúncios com intervalos de apenas 15 segundos que impedem o telespectador de sair da frente da televisão ou mudar de canal e eles acabam assistindo aos comerciais - anti-zapping
- Pesquisa Accenture 2008
- 63% de empresas de mídia já possuem uma estratégia digital de produzir conteúdo para multiplataformas
- 82% dos executivos de empresas de mídia acreditam que é algo essencial nos dias de hoje
- 53% dos executivos entrevistado acreditam que as redes sociais são excelentes formas de cativar consumidores e conseguir receitas
- 55% acreditam que tecnologias móveis e multiplataformas será marketing para massa nos próximos 3 anos
- nem todas as empresas estão preparadas para fazer a transição para o mundo digital, mas 50% dos executivos sabem o que devem fazer para passar do modelo atual para o modelo digital
- apesar disso, pelo menos 30% das empresas de mídia entrevistadas disseram que possuem problemas para mudar para o modelo digital
- Como iniciar a mudança? processos, metodologia, tecnologia e pessoas
**mtas estatísticas, poucos comentários realmente úteis.

Digital Frontier Vídeo: Oops, a tela encolheu
O vídeo digital está transformando todas as mídias e se transformando em uma oportunidade para profissionais, desde o que produzem conteúdo aos que anunciam. Mas ainda há muitas dúvidas, ausência de padrões e de métricas consagradas para comprovar a eficácia.
Moderador:
Maurício Mota, diretor da New Content
Debatedores:
Juarez Queiroz, CEO da Globo.com
Eduardo Camargo, sócio e produtor executivo da Colméia
Edmar Bulla, gerente de marketing digital da Nokia
Marco Bebiano, diretor de relacionamento com agências de propaganda do Google Brasil
Bloco de notas:
- nov/2007 - Youtube eleito o mais importante canal de entretenimento online (Inglaterra) a frente da BBC
- produtores tradicionais de vídeo representam apenas 8% dos vídeos publicados na web
- Melhores do Mundo - grupo de humor brasileiro que conseguiu visibilidade com seus vídeos no Youtube e foi convidado a estrelar esquetes no Zorra Total (uhuu!); #4 maior audiência da televisão
- Youtube “a gente se vê por aqui” - slogan da Globo não funciona para a emissora, funciona muito melhor para o Youtube, pois é mais real, sincero.
- Antes de iniciar o debate, vídeo no “4th Screen Nokia” telão:
- Nokia: vídeo serve tanto como ferramenta de comunicação com o cliente (conteúdo e propaganda), como serviços (manuais de instruções em vídeo, treinamentos)
- Nokia revela gasto de 80% da verba de marketing do segmento de serviços em online
- opinião é o que mais importa! - criar conteúdos e plataformas para se posicionar positivamente na mente do consumidor
- Não adianta mais pensar na audiência específica da televisão. Temos uma mensagem, um vídeo, um produto, temos que aproveitar todas as plataformas possíveis - Juarez Queiroz
- “Entretenimento multi-platafora” (on demmand)
- O consumidor que decide o que quer ver e quando quer ver
- A Globo não cria coisas específicas para internet (programas), a Globo cria para o consumidor e utiliza as plataformas que melhor se encaixa (não interessa a plataforma, interessa o consumidor)
- Responsável pelos recordes de visualização de vídeos da Globo.com, o BBB é citado como 1º do canal a ser multiplataforma
- A questão do vídeo online, diz Camargo, é justamente o vídeo ser algo social, citando Joost e Hulu.
- o raciocínio da Internet tem que ser cada vez mais de nicho, conteúdos diferentes e de qualidade para públicos específicos e que ainda não foram atendidos.
- não se fala mais com massas, mas com quem é interessante para a empresa/produto
- tela não encolheu, ela se multiplicou
- principais motivos que as pessoas acessam vídeos on-line: possibilidade de controle e variedade de conteúdo

Entendendo a Interação do consumidor com as mídias sociais
“Nós não mudamos. O modo da gente se comunicar e procurar as coisas que a gente precisa é que mudou para sempre”- Esta é uma declaração de um adolescente de 14 anos, que vive no México.
Da mesma forma, milhões de pessoas, de diferentes idades, culturas, níveis sociais e econômicos estão vivendo ativamente esta mudança.
A nós, profissionais de marketing, cabe entender como o consumidor tem lidado com questões como a fragmentação da mídia ou as mídias sociais, e, mais importante ainda, entender o que é relevante para este consumidor.
Entender como pessoas de idades, sexo, regiões diferentes interagem com diferentes tipos de tecnologia faz toda a diferença na hora de promover engajamento dos consumidores com as marcas”.
Leandro Cruz de Paula – Country Sales Manager – Microsoft Advertising
Bloco de Notas:
- Kiara, 13 anos, Brasil - passa o dia inteiro no computador, quando não tem que estudar - fica no Youtube, MSN e Orkut (mas a mãe dela não deixa); todos os amigos dela tem MSN (eles não são ET, ué? Todo mundo tem MSN), usa o “invisible” do MSN para a mãe não saber que ela está online. “Computador sem internet? Como assim? Não teria o que fazer no computador!”; não vê sentido em usar um computador desconctado da internet
- entender o novo consumidor, seus anseios e a forma como utiliza as novas tecnologias para se comunicar com ele
- tecnologia está acelerando o potencial humano - tudo está igual como antes, porém bem mais rápido
- Tecnologia está integrada à vida - não há barreiras entre vida real e tecnologia
- Tecnologia não é um termo jovem
- “Tudo ao mesmo tempo agora”, os jovens são “banda larga”, fazem tudo ao mesmo tempo (usa a internet, vê TV, envia SMS, ouve música)
- A internet não roubou o tempo da TV - o jovem acompanha os dois ao mesmo tempo; está online enquanto faz outras coisas,
- jovem está SEMPRE online - internet, celular, ipod touch, wi-fi em games
- 14-16 anos: aumento da adoção de tecnologia - necessidade de auto descoberta e conexão. O MSN tem papel fundamental - forma de expressão, descoberta, compartilhamento e privacidade
- Jovem usa a internet para estreitar relacionamento com pessoas conhecidas, manter contato com amigos e colegas
- POS - parents over shoulder - privacidade
- Momentos online
- 38% Comunicação
- 18% informação
- 16% entretenimento
- 9% “surfando”
- nicknames são muitas vezes estados de espírito, outras desenvolvem um alter-ego
- Amigos são mídia - uma moeda de troca - “ele é mais legal na turma se ele chegar com novidades, se enviar um link que ninguém conhece” (confere status)
- Conteúdos na Internet: longos e curtos, profissionais ou criados por outros usuários (UGC), ocasionais (perdeu uma série na TV) ou complementares (como a HQ do Heroes que complementa os episódios)
- “Nós não mudamos, o mode da gente se comunicar e achar as coisas que precisa é que mudou para sempre”, jovem de 14 anos, México

Digital Frontier: Aprendizes do Século XXI
A internet não é mais apenas território adolescente. No Brasil, somos 59 milhões de internautas que, independente da idade, navegamos e fazemos negócios com mais ou menos desenvoltura por sites, emails, redes sociais, blogs, twitters, celulares. O que querem, o que fazem, os aprendizes do século XXI
Moderador:
Marcelo Coutinho, diretor do IBOPE Inteligência
Debatedores:
Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor geral - Mercado Consumidor e Online da Microsoft Brasil
Fábio Seixas, sócio e fundador da Camiseteria.com
Carla Barros, antropóloga e professora da ESPM
Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV
Bloco de Notas:
- 59 milhões de internautas no Brasil
- inclusão digital: usuários de baixa renda utilizam o computador para Orkut, MSN e WOW em lan houses
- 60% dos internautas da classes D e E usam MSN
- 80% dos internautas da classes A e B usam MSN
- “A inclusão digital nas classes de baixa renda começam pelas redes sociais”
- a Internet é ambígua, é vista com desconfiança: usam a internet para pesquisar (confiam nessa hora), mas ainda tem desconfiança na hora de comprar online
- “Se não houver debates entre essas culturas, a comunicação será difícil entre estes tipos de visão emergetes”
- A distribuição virou gratuita com a internet - indústria musical precisou rever seus conceitos e formas de ganhar dinheiro
- Livro Tecnobrega - as bandas populares do Brasil, ao invés de recorrerem às gravadoras, estão recorrendo aos camelôs para venderem e ganhar dinheiro nos shows - Ex: Calypso; conseguiu sucesso com ajuda dos camelôs
- Livro Tecnobrega baixar na íntegra Aqui!
- Pesquisa Trust Barometer 08 - Jovens adultos americanos 25-34 anos; qual ferramenta que confiam para buscar dados sobre marcas: Wikipédia aparece em segundo lugar
- download pesquisa Trust Barometer 08
- publicidade corporativa como a fonte de informação sobre empresas menos confiável
- redes sociais: não é comprar, mas abrir relacionamento a longo prazo e interagir com os usuários de forma simpática e relevante para eles
- marketeiros precisam rever seus conceitos e testar as novas ferramentas
- “Vender pela internet é até fácil porque camiseta é commodity. Existe uma dinâmica de troca maior que livros ou CDs”. Fabio Seixas
- Não existe local contra global na internet
- Talvez o mercado de massa agora seja a soma dos milhares de mercados de nicho que começamos a separar e conhecer, inúmeros mercados de nichos potencializados por sistemas de divulgação. - Long Tail, babe.

Bloco de Notas “Digital Frontier: Verdades Inconvenientes da Publicidade 2.0″:
- A taxa de clique é inimiga do Banner; 1% é bom ou ruim?
- banner agora é “old mídia”, é publicidade tradicional; existem diversas formas de criar mensagens na internet hoje em dia
- ao mesmo tempo que existe tanta coisa nova para se fazer, as formas mais simples (links patrocinados) continuam possuindo grande relevância e abocanhando grande parte da publicidade on-line
- em um primeiro momento não importa a plataforma, o que importa é a idéia. O meio (ou os meios) em que será divulgado se relaciona com a mensagem e como passar essa mensagem.
- Não existe on-line ou off-line, existem idéias.
- ouvimos muito falar “Agora é , Agora é Y” - as coisas mudam, novas mídias são lançadas, mas nenhuma substitui a outra, elas se complementam e aumentam as opções de comunicar algo ao consumidor.
- Não existe “Agora é o ano da Internet”, o que existe é uma boa idéia, um bom planejamento e um plano de mídia integrado a fim de conversar com o consumidor
- as novas ferramentas da web revelam uma leitura subjetiva que quando mostrada em números (quantitativa: visitantes, pageviews) podem revelar uma coisa, mas quando mostrada em interações (qualitativa: tempo de permanência, quantidade de interações, o que fez lá? o que falou depois? para quem falou? etc..)
- a Internet pode sair prejudicada com algumas métricas, por conta dessa subjetividade - precisamos ajudar a estabelecer uma nova escala de valores
- Internet é como pular de paraquedas: “Não adianta aprender a teoria, precisa ter coragem para arriscar e colocar em prática”.
- a maioria dos clientes não gosta de correr risco, quer inovar mas não tem muita coragem na hora H. E faltam cases brasileiros para dar a certeza que os clientes pedem.
- os clientes precisam acreditar na agência, confiar e correr risco juntos para conseguir colocar algo realmente legal e impactante

Bloco de Notas:
- Susana Apelbaum, Hello - palestrante
- as conversas do bar antigamente giravam apenas em torno de conteúdo televisivo (novelas, notícias, futebol); hoje a Internet já está dentro das conversas cotidianas naturalmente (já adicionou ele no Orkut? viu aquele vídeo no Youtube?)
- internet permite N possibilidades de interação com o usuário, mesmo por meio das formas mais tradicionais (banner)
- estamos na “Era da não-interrupção”: ao invés de interromper o divertimento do consumidor, fazer com que o internauta procure aquela mensagem pois ela agrega valor para ele
- Marcas = Entretenimento + Relevância
- oferecer serviços e conteúdos que envolva o consumidor e apresentar o produto de maneira interessante e clara ao consumidor (melhor exemplo Nike Plus)
- Engajamento é a palavra. Porém, nem todo mundo quer se envolver em tudo o tempo inteiro. Assim, as mensagens e ações tem que falar por si só (se o consumidor tem “preguiça” de interagir), mas também dar a possibilidade do internauta interagir e descobrir novas opções
- parar de falar no mítico “futuro” e começa a falar do “presente”. Digital NÃO é “futuro”.
- Como mensurar a internet? Cliques, pontos de contato, engajamento, tempo de permanência? Internet permite diversas formas de mensuração o que parece dificultar ainda mais: que tipo de mensuração afinal é mais importante, o que tá valendo?

Bloco de notas:
- Reinventing mobile communications: connecting people with people.
- mobile media triangle: content, context, comunity
- 140 milhões de celulares no Brasil (80% pré-pago)
- 70% de densidade - número de celulares vs. população
- classe C - celular lhe confere “status”
- 60% da população brasileira já enviou pelo menos 1 SMS
- Case Seda teens:
- 360 mil visitas no site wap (com banner no site wap das operadoras)
- 180 mil visitas no site web
- Advergame para celular: 20 mil pessoas baixaram o Game de Seda Teens
- 15 milhões de pessoas acessam regularmente o portal wap das operadoras
- inclusão de celular acontece via celular?
- 76% dos brasileiros tem Orkut
- brasileiro é o povo que mais acessa redes sociais no mundo
- em 1 semana, depois do lançamento do iPhone, o acesso à web pelo celular cresce 19%
- Promoções: SMS (R$0,31) vs. CARTA (R$0,63 e o consumidor precisa ir até o correio)
- ** muito jabá dos palestrantes, acho que alguns pontos estão supervalorizados
- taxa de cliques em banners wap varia de 5% a 10%
- investimento de Mobile Advertising no mundo será de US$16,2 bilhões no mundo em 2011
- As operadoras irão virar mídia? - Eu, Baunilha, sinceramente não acredito nisso. Acho que a solução é cada vez mais adaptar sites web para também serem visualizados em celulares (Mini-Opera) e, ao invés de criar duas coisas diferentes (wap e web), integrar as duas tecnologias. Wap é tosco e acredito que seja apenas uma transição até todos os celulares possuírem tecnologia para rodar websites normalmente.

Estou aqui no Digital Age 2.0 no WTC. Vou publicando meu bloco de notas do que estão dizendo nas palestras. As infos e estatísticas publicadas podem não corresponder aos fatos reais. Tudo depende dos palestrantes. :P (erros, bagunças gramaticais e etc - ignorem, depois vou revisar…. ou não!)
A palestra do Seth Godin foi bacana, porém não acrescentou muito a quem está acostumado a acompanhar as mudanças no mercado, lê o blog dele ou já leu algum dos seus livros. Mas acho que valeu pela presença do cara (mesmo que digital). Ele é um grande orador, com exemplos que deixam os conceitos mais claros na mente e fazem aquilo parecer óbvio. Para quem não o conhecia, foi uma grande oportunidade de ter contato com essa nova “Revolução Industrial”, como ele mesmo colocou. Abaixo minhas anotações;
Bloco de notas:
- antes: contratava vendedores, eles vendiam, com o $ contratava mais vendedores e assim por diante
- isso não funcionará daqui p/ frente
- selling will depend on innovative ideas. brands need to be remarkable.
- as pessoas já tem tudo o que precisam, elas só comprarão coisas que elas querem (want!) - We sell what people want!
- ao menos que você venda água ou telhado, você vende o que as pessoas querem e não o que precisam
- Você só compra coisas que você deseja ter. E vc só deseja ter essas coisas porque as pessoas falam sobre ela (marca, produto).
- marketing é produzir conteúdo para os outros falarem sobre você. Se as pessoas não falam sobre sua marca, vc é invisível.
- littlemismatch.com
- pegue o $$ q sua marca usaria com anúncios na TV e gaste com ações que gerem assunto, que as pessoas falem sobre isso
- it is the era of emotional mkt. mkters need to love so consumers can love too.
- Estamos no meio de uma revolução industrial: temos que escolher se nossa empresa vai contra essa mudança ou a inclui
- ninguém vai prestar atenção na sua história, a não ser que ela conte realmente alguma coisa que interesse.
- Você não pode ficar no meio, precisa estar de algum dos lados ou de ambos os lados. Não pode ser o quase mais barato, nem o quase melhor. Quem fica no meio perde tudo.
- as pessoas conversam, as pessoas falam sobre o que gostam e as marcas precisam estar no radar dessas pessoas, serem comentadas por essas pessoas. E para isso elas precisam oferecer sempre o melhor, oferecer conteúdo e motivo para serem faladas (iPhone)
- se vc faz coisas medíocres para pessoas medíocres vc fracassa - FAIL
- social networks are gold just for the brand who have a good story